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segunda-feira, 8 de julho de 2024

PROBLEMAS ESCOLARES * COMUNIDADE ESCOLAR UNIDA/RJ

PROBLEMAS ESCOLARES

A ESCOLA PÚBLICA é um patrimônio  de todos, sobretudo, da maioria - os trabalhadores. Por isso mesmo ela sempre foi empurrada para o lixo da qualidade para que a ESCOLA PRIVADA ocupe o seu lugar. Mas se não protegermos o que é nosso, vamos pagar duas vezes pelo mesmo serviço: EDUCAÇÃO. Portanto, cabe a nós - TRABALHADORES - cuidar da ESCOLA PÚBLICA. Não precisamos azucrinar o juízo da direção da escola. Basta que nos unamos e dialoguemos com ela, com o vereador da região e, se necessário, façamos visitas à SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. QUE TAL COMEÇAR AGORA? 

A maioria das escolas de nossas comunidades sofrem com problemas comuns, tais como segurança, violência entre os estudantes, às vezes violência de parte da EQUIPE EDUCACIONAL, tráfico de drogas; ou problemas como deterioração da estrutura do imóvel, banheiros abandonados, cozinha mal equipada, iluminação precária, refrigeração deficiente e falta de equipamentos em geral, como atualmente a ausência de internet e computadores. Além disso, sofremos também com a insuficiência de pessoal; falta de professores, diretores encabrestados pelo poder político, abastecimento de merenda, material de manutenção e limpeza feito por prestadores de serviço dos CABOS ELEITORAIS ETC.

Paralelo a isso tudo, sofremos ainda com a influência de militarização e religiosidade no espaço escolar, geralmente praticado por grupos políticos interessados na fascistização da sociedade, como observado no ambiente controlado pelo bolsonarismo. É fácil combater isso TUDO? Claro que não. Para conseguir isso, precisamos de muita organização. E precisamos começar por entender que não vamos assegurar os nossos direitos sem nos unirmos. Não adianta conversa particular com caciques políticos, sejam eles "esquerda ou direita". Isso não resolve. O melhor caminho sempre foi a coletividade.

Provamos isso na CAMPANHA DAS DIRETAS JÁ, NA CONSTITUINTE E NO FORA COLLOR. As transformações mais recentes ocorridas no Brasil tiveram outras dinâmicas, mas não foram muito diferentes. Por isso, propomos assim, nos unirmos em torno de nossas escolas, criando grupos, como o COMUNIDADE ESCOLAR UNIDA, para assim lutar pela defesa da ESCOLA PÚBLICA, DE QUALIDADE, DEMOCRÁTICA, LEIGA E LAICA, COMO DIREITO DE TODOS E DEVER DO ESTADO.

NOSSO RELACIONAMENTO COM A "EQUIPE EDUCACIONAL"

 Em quaisquer circunstâncias, nós usuários do serviço de educação pública, devemos buscar o melhor entrosamento com os trabalhadores da educação pública, desde diretores até ao mais simples profissional. Por que devemos agir assim? Por várias razões. A primeira, somos todos seres humanos, e como tais, suceptíveis a tudo. Podemos acertar mas podemos também errar. Portanto, todo cuidado é pouco: SOMOS GENTE E COM GENTE É DIFERENTE. Por isso, qualquer questão relativa à escola passa pelo profissional competente. Por exemplo, se tivermos que fazer uma reclamação, seja de que natureza for, não podemos ir ao porteiro nem à faxineira ou à professora, mas sim à DIREÇÃO DA ESCOLA. Ou seja, a educação abre todas as portas, e se colocarmos uma palavra mágica à frente, por exemplo o "com licença, boa tarde, pode me ajudar", não encontraremos barreiras às nossas preocupações. 

TODA FORÇA E VAMOS À LUTA!

COMUNIDADE ESCOLAR UNIDA

segunda-feira, 17 de abril de 2023

20.04 SOS COMUNIDADE ESCOLAR * Juventude Comunista Revolucionária/JCR

 20.04 SOS COMUNIDADE ESCOLAR


Que tal partir da gente, como pais, um dia de compaixão, amor e gratidão nas escolas do Brasil? E que tal o dia 20 de abril, próxima quinta-feira? 


Cada criança leva uma flor, um bombom, um cartão, um abraço para ser distribuído entre professores, colegas, coordenação, direção, toda a equipe de limpeza.


Precisamos mudar o foco para um movimento positivo e construtivo. Vamos produzir momentos para compartilhar o bem, dentro e fora do colégio. Cada um compartilha aí uma frase pelo que é grato dentro do ambiente escolar. Lembre-se da época em que era criança, adolescente dentro de uma instituição de ensino.


Vamos viralizar esse post e também o sentimento de compaixão!

Dia 20.04.2023, próxima quinta, compartilhe o bem dentro e fora do colégio!

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Ataques nas escolas: como abordar o assunto com as crianças

A psicóloga e autora do livro “Socorro, tenho filhos” Carol Bitar dá orientações de como conversar com as crianças diante das ameaças de violência ...
14/04/2023 12h20Atualizada há 3 dias
Por: RedaçãoFonte: Agência Dino


Acontecimentos recentes de ataques e ameaças em escolas têm deixado muitos pais e profissionais da educação bastante apavorados. E apesar de medidas preventivas estarem sendo adotadas em inúmeras instituições de ensino, muitos pais estão se sentindo inseguros e sem saber como abordar esse tema com os próprios filhos.

Episódios de violência ou tragédias são assuntos difíceis de serem abordados com crianças, podem também causar ansiedade e medo nos filhos de permanecerem nas escolas que deveriam ser consideradas ambiente seguro para eles.

Carol Bitar, psicóloga e também autora do livro “Socorro, tenho filhos”, explica que o medo e a ansiedade são emoções naturais e importantes para nossa sobrevivência, porém quando são sentidas de maneira intensa e frequente podem gerar inúmeros prejuízos, inclusive o adoecimento mental na própria infância.

“Em razão desses trágicos episódios de violência em escolas, precisamos ter muito cuidado de como vamos orientar nossos filhos sem criar pânico e receio de permanecer nas instituições de ensino, para que este ambiente continue sendo um lugar saudável e acolhedor.”

Falar ou não sobre os ataques?

Segundo Carol, vai depender da idade e perfil da criança, e ela diz: “Primeiro temos que avaliar qual o objetivo de transmitir essa notícia para criança. É para alertar? Para ensinar estratégias de proteção em situações de risco? Não precisamos compartilhar notícias de violência sem ter uma real finalidade, isso pode gerar medo intenso nas crianças e quebrar a confiança de que a escola é um lugar seguro de ficar.”

A psicóloga destaca que crianças a partir dos 4 anos já começam a entender alguns acontecimentos, então é interessante os pais ficarem atentos se elas já tiveram acesso a algum conteúdo de notícias a respeito dos casos. Se sim, é interessante conversar com seu filho e entender o que a criança compreendeu sobre o fato, o que ele está pensando sobre isso, como ele está se sentindo e em seguida acalmá-lo para não gerar pânico ou emoções mais intensas.

E o cuidado tem que ser mais ainda se a criança já apresenta algum nível maior de ansiedade.

“Fale como você percebe a situação, que apesar de também ter ficado triste e com medo, você e a escola estarão sempre ali para protegê-lo e manter o local mais seguro possível. Que a escola continua sendo um lugar de proteção e cuidado. É importante também frisar para criança que no mundo apesar de ter algumas pessoas más, temos muito mais pessoas boas dispostas a fazer o bem.”

E quando a criança apresentar muito medo?

A especialista explica que é preciso muito acolhimento com a criança.

“Devemos validar o que a criança está sentindo, nunca menosprezar suas emoções e pensamentos, mas ao mesmo tempo tranquilizá-las com exemplos concretos de segurança, mostrando para ela que existem portões, que os adultos estão ali para protegê-las, e mais que nunca todos estão atentos.”

Caso esse medo prolongue ou a criança comece a apresentar comportamentos ansiosos como: choro frequente, dores de barriga ou cabeça, verbalização que está com muito medo, muita agitação, são alguns sinais de alerta para procurar um psicólogo para investigar e ajudá-lo nesse processo.

Informação de segurança

De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, o disque 100 receberá também denúncias de ataques em escolas. Para isso o denunciante precisa informar o local e informações sobre o suspeito. (https://www.gov.br/mj/pt-br/escolasegura)
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