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domingo, 9 de novembro de 2025

Tempos de revolução estão chegando * Gerardo Viloria Montilla/UJR-VE

Tempos de revolução estão chegando
Este foi o lema que nós, militantes da *União da Juventude Revolucionária (UJR)* da Venezuela, pintamos em outubro de 1987.

A reação de muitas pessoas foi nos desqualificar porque éramos um bando de seguidores fanáticos pró-comunistas e marxistas-leninistas de modelos fracassados.

Em meio a tudo isso, desenvolvemos uma intensa atividade nas universidades e escolas de ensino médio da Venezuela, promovendo a rebeldia juvenil não apenas para lutar por nossos próprios interesses, mas também para tentar despertar um país preso ao populismo neoliberal, à alienação e à submissão ao imperialismo.

Unindo os jovens pela revolução

Por outro lado, a AD, com Carlos Andrés Pérez, preparava-se para vencer as eleições de 4 de dezembro de 1998. A AD e o COPEI formavam a dupla bipartidária do populismo, apoiada pelo imperialismo norte-americano.

O anúncio: *Tempos de revolução estão chegando*, não foi um capricho; foi uma resposta à análise da realidade econômica e social, que mostrou as tendências, a erosão e o aprofundamento das contradições entre os grupos de poder pró-burguesia e pró-imperialistas.

Alguém tinha que anunciar; a esperança revolucionária tinha que ser mantida, e o povo tinha que ser convocado a continuar o despertar demonstrado na Marcha de Mérida em 1987, onde o movimento universitário mostrou coragem e rebeldia ao lado do povo, para confrontar a injustiça.

Os eventos subsequentes se desenrolaram rapidamente: a intensificação dos protestos estudantis em todo o país, o despertar revolucionário nos colégios, a rebelião popular contra as políticas neoliberais de 1989 — uma rebelião brutalmente reprimida, causando uma profunda cisão nas fileiras das forças armadas patrióticas. Em seguida, vieram os levantes de 4 de fevereiro e 27 de novembro de 1992 e o triunfo do Comandante Chávez em 1998, ano que marca o início de uma nova fase nesse período revolucionário.

*Tempos de revolução estão chegando* Hoje, em 2025, abraçamos o fardo e o aprofundamento da revolução.
1
Porque precisamos acabar de enterrar o passado populista, pró-burguês e submisso aos gringos.
2
Porque precisamos derrotar e superar a mentalidade burocrática e corrupta de privilégio para os políticos, herdada da transição caótica.
3
Porque devemos reprimir o autoritarismo, o culto à personalidade e aos cargos, a bajulação e a submissão, pois essas não são práticas revolucionárias.

*Então...*

Estamos caminhando rumo à coletivização completa de todos os espaços, rumo à valorização da formação política e ideológica, da moral revolucionária, da honestidade e do pensamento crítico no debate cotidiano. Derrotemos o clientelismo, os desvios de grupos privilegiados, o populismo reformista e a chantagem excludente contra revolucionários dissidentes, que ainda assombra o poder revolucionário.

É agora ou nunca, vamos revolucionar nossa revolução bolivariana, socialista e chavista na Venezuela. 

Gerardo Viloria Montilla.
07/11/2025

Canção da Juventude Comunista 
 (Komsomol Song) - Legendado/ARTE REVOLUCIONÁRIA

domingo, 13 de julho de 2025

O QUE É "NOVO ENSINO MÉDIO" * Profª Elizabete Mota

O QUE É "NOVO ENSINO MÉDIO"
Corte do curso "Neofascismo e a Realidade Brasileira", com a professora Elizabete Mota.

A aprovação e implementação do Novo Ensino Médio representaram uma grande derrota para a educação pública.
Na prática, ele ensina o pobre a ser — e continuar sendo — pobre.

📚 Um projeto pensado para aprofundar as desigualdades e moldar a juventude para não questionar.
JUVENTUDE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA
JUCORE

sexta-feira, 14 de abril de 2023

TERRORISMO NAS ESCOLAS DO BRASIL * Juventude Comunista Revolucionária/JCR

TERRORISMO NAS ESCOLAS DO BRASIL

"Atentados contra escolas são fenômenos psicossocial e não apenas criminal.

Depois do aumento exponencial de atentados nas escolas, à partir de 2019 (foram 13 desde então, num total de 23, desde 2016) a nova inteligência política da extrema direita já tem a solução: armar professores e polícia dentro das escolas. Coisa de gênio, vamos combinar. 

Nos EUA, que vive esse problema há décadas e que tem uma ampla política armamentista, hoje, a media é de 1,5 atentados POR DIA! Armas não diminuiu o número de homicídio em nenhuma parte do planeta. Ao contrário, só fez aumentar. No Brasil, querem acabar com os atentados do mesmo jeito que querem acabar com tráfico, atirando. Depois de décadas, atirando nas comunidades, temos uma pilha sem fim de cadáveres e o segundo sistema prisional do mundo (800 mil presos). O consumo e o tráfico de drogas? Vão muito bem, obrigado. Firmes e fortes.

O Brasil tem cerca de 180 mil escolas públicas. Ambientes de extrema vulnerabilidade social, falta de estrutura, professores mal remunerados e alunos adolescentes solapados por muito discurso de ódio nas redes sociais e muito bullying. Ninguém pensou em cuidar da saúde mental dessa população? Ao contrário de polícia, dentro da escola, psicólogos? Assistentes sociais? Convênio direto das escolas, com os Cras, Creas, Sus e Caps? Ninguém vai ter essa ideia mágica? 

Atentados contra às escolas é um fenômeno psicossocial. Não pode e não deve ser tratado só como um fato criminal. Quem prática o atentado, muitas vezes, já dá como certo a sua própria morte. Por que policiais ou professores armados coibiriam esse fenômeno?
O Brasil, definitivamente, não conhece o Brasil, Elis!"

Jarbas Capusso Filho é psicólogo clínico, dramaturgo e roteirista de TV
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PROFESSOR HUMILHADO 
Documentário Tiros em Columbine DUB - (2002)
Sinopse: Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório. Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle. Ano: 2002 Diretor: Michael Moore Pais: Estados Unidos.

 Planilha com todos os filmes e documentários disponíveis https://docs.google.com/spreadsheets/...
THFILMES
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